Sou jornalista, professora e Mestra em Letras Literaturas. Produtora audiovisual. Aqui literatura e jornalismo se (com)fundem nesse (com)texto. Ensaios, reportagens-conto, crônicas publicadas e outros repertórios que culminam no passeio pelos bosques das artes, das folhas de jornais, da música, da cultura, dos livros...
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
AÚDIO E TEXTO - "A queda da casa de Usher", de Edgar Allan Poe
Os encantamentos do "Conto" estão em foco, neste meados de setembro. Esse post é voltado aos meus alunos do primeiro ano do Ensino Médio. As minhas duas turmas de Pato Branco tiveram a aula nesta segunda-feira (16 de setembro). Os de Francisco Beltrão, ainda amanhã, então convém aguardar pela surpresa.
Muito na expectativa desde que conheci esse conto, há alguns anos, estava em fazer essa produção em áudio drama. Como "A queda da casa de Usher" é um texto extenso, fiz a parte 1, até o princípio da página 9 deste arquivo em PDF. Pretendo ainda interpretar a parte 2, em que pese essa divisão ter sido feita por mim mesma e por motivos didáticos. Toda a produção, com trilha sonora e edição foi feita pelo editor-audiovisual e arte-finalista Lucas Piaceski, meu marido e companheiro de trabalho em nossa Agência Audiovisual.
Indico, para lerem o conto completo, o link da Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks.
http://pt.scribd.com/doc/124775598/A-Queda-Da-Casa-de-Usher
E se você quer mergulhar todos os seus sentidos nessa história, entre em nosso podcast do Spotify Leitura de Ouvido, cujo episódio 1 é inteirinho sobre A queda da Casa de Usher:
Boa diversão nesses 50 minutos no dramático universo aterrorizante!
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
DIARINHO: jornal infantil cultural (ED 144, 1º a 14 de setembro de 2013
Editorial
Pacote de
cultura e de Brasil
Setembro começou e, com ele, toda a
inspiração de patriotismo pelo marco dos 191 anos da proclamação da
Independência do Brasil. Mas antes do 7 de setembro, você vai encontrar nessa
edição toda a “colheita” cultural proporcionada pelo folclore brasileiro e suas
lendas. Essa edição vem com todo um gostinho de cultura popular, tão bem
trabalhado pelas escolas na passagem do Dia do Folclore; e foi potencializado no
Diarinho com o encontro exatamente na tarde do dia 22 de agosto. Tivemos neste
mês a parceria do professor de história Fábio Pilati que fez chover a
imaginação e conhecimentos sobre diversas regiões do Brasil, no auditório do
Sesc. Agradecemos as parcerias de aprendizado e de espaço físico para a
manutenção do projeto.
E se o assunto é Pátria, não podemos deixar
de rememorar que 2013 é o ano em que #OGiganteAcordou, com um breve registro às
manifestações do mês de junho em muitas das cidades brasileiras, inclusive no
Sudoeste. Em Pato Branco, milhares de pessoas foram às ruas no dia 22 de junho,
com ampla cobertura pelos meios de comunicação. Composto em grande maioria por
estudantes, universitários e profissionais nas mais diversas áreas e faixas
etárias, famílias inteiras foram às ruas de Pato Branco aderindo ao movimento
nacional #vemprarua #OgiganteAcordou. Gritos ideológicos impulsionaram todo o
caminhar por quase duas horas, pautados principalmente na educação e crítica à
política. O Hino Nacional abriu e fechou os passos, como fogos de artifícios.
Delicie-se com esta edição com um gostinho
peculiar de cultura brasileira! Deixe-se embrulhar por nossas raízes e
aperfeiçoe a formação de nossa cidadania. Este é o nosso convite!
Textos: Daiana Pasquim
Arte-final: Lucas Piaceski
Christoferson Agência Audiovisual
DIARINHO: jornal infantil cultural (Ed 143, de 18 a 31 de agosto de 2013)
Editorial
Meus oito
anos
Eu, Diarinho, sou um menino de oito anos, mas
pareço bem mais velho porque me alimento com uma poção de conhecimento feita
com o pedacinho de cada criança que por nosso projeto passou. Chegamos à marca
de 60 encontros, um a cada mês, desde 2005. Das minhas páginas como jornal
infantil, tenho certeza que colaborei com o esperteza de crianças, adolescentes
e até jovens, no dia a dia na escola, na família, e na sociedade, sendo
cidadãos já no mercado de trabalho.
Meus primeiros editores já chegaram aos seus 18
e 19 anos e a cada ano, mais e mais crianças com dez e 11 anos chegam até nós. Elas
são escolhidas pelas escolas da rede municipal dos municípios participantes e,
juntos, criamos uma educação incrível no Sudoeste do Paraná. Cidadania através
da leitura é a nossa bandeira.
Vou contar um segredinho: o ano de 2013 não
tem sido dos mais fáceis para nós, que somos um projeto cultural. Mas
felizmente, recebemos um incentivo da Itaipu Binacional!
Para brindar a nossa idade e essa volta tão
empolgante, rememoramos o poeta brasileiro da segunda geração romântica,
Casimiro de Abreu, fazendo uma paródia de “Meus oito anos”:
Oh! que saudades nós temos
De com as crianças criar cidadania à vida,
com leitura nessa infância tão querida
Que o projeto nos satisfaz!
Que ânimo, que sonhos, quantas cores,
Ter nosso Diarinho impresso de novo
com leitura nessa infância tão querida
Que o projeto nos satisfaz!
Que ânimo, que sonhos, quantas cores,
Ter nosso Diarinho impresso de novo
E naquelas tardes fagueiras
Os encontros dos editores no Sesc, são demais!
Os encontros dos editores no Sesc, são demais!
Confiram esta edição!
Textos: Daiana Pasquim
Arte-final: Lucas Piaceski
Christoferson Agência Audiovisual
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Gramática e os “SE” da vida - Suas funções e exercícios
Um "Se", gosto de pensar, muitas vezes é a diferença entre o passado e o futuro. Mergulhe nessas possibilidades e perceba que os caminhos propostos pela gramática nos leva a muitos passeios por lugares longínquos na vida também!
As funções do SE vão gerar variadas questões. No dia a dia, estabelecemos contato com orações
nas quais a palavra “se” encontra-se presente.
São expressões que mediante a oralidade se
tornam triviais, visto que apenas são proferidas pelo emissor sem que este se
atenha a uma análise minuciosa em relação à sua empregabilidade. Entretanto,
quando estudadas de acordo com a morfologia e a sintaxe, percebemos que exercem
distintas funções, levando em
consideração o contexto em que se encontram inseridas.
Quando analisada de acordo com sua classe
morfológica, o termo em estudo adquire as seguintes classificações:
PRONOME
CONJUNÇÃO
SUBSTANTIVO
Na maioria das gramáticas, encontramos “oito”
funções para o SE. Contudo, estudando mais a fundo, conseguimos localizar “11”
e colocamos aqui cada um desses casos:
O Se como PRONOME
Integrando a classe dos pronomes oblíquos,
pode também assim ser classificado:
1)Pronome
apassivador (PA)
Relaciona-se a verbos transitivos diretos ou transitivos diretos e indiretos,
estando na voz passiva sintética. Para reconhecer a devida ocorrência,
recomenda-se mudar o verbo para a voz passiva analítica.
Exemplos:
Fiscalizaram-se várias CNHs. (Fiscalizar é VTD)
Fazendo tal permutação, obteríamos: Várias
CNHs foram fiscalizadas.
Outros casos:
Vendem-se
casas / casas são vendidas
Deu-se
um presente ao amigo / um presente foi dado ao amigo. (Dar é VTDI)
2) Pronome
reflexivo
O sujeito pratica e recebe a ação. Esse SE
assume o sentido de “a si mesmo”, “ele mesmo”, “ela mesma”. Temos 1 sujeito e o
singular.
Neste caso, dependendo da predicação a que se
relaciona o verbo, o pronome “se” pode exercer a função de objeto direto,
indireto ou sujeito de um infinitivo.
Exemplos:
A garota penteou-se diante do espelho.
Ontem, Maria se machucou
Deitou-se cedo para descansar
3) Pronome
reflexivo recíproco
O pronome SE corresponde a outro. Um ao
outro. São dois sujeitos e verbo no plural.
Podendo também funcionar como objeto direto
ou indireto, o pronome “se” corresponde a outro. Tal reciprocidade refere-se à
ação do próprio sujeito.
Exemplos:
Inacreditavelmente, aqueles amigos parecem
respeitar-se.
Meus pais se amam profundamente.
Eles se abraçaram ontem.
4) Parte
integrante do verbo (PIV)
Integra verbos essencialmente pronominais, ou
seja, aqueles que necessariamente trazem para junto de si o pronome oblíquo
(me, te, se), denotando quase sempre sentimentos e atitudes próprias do sujeito.
São eles: queixar-se, arrepender-se,
vangloriar-se, submeter-se, lembrar-se, suicidar-se, avantajar-se, tornar-se, dentre
outros.
Exemplos:
Os garotos queixaram-se do mau atendimento.
Arrependeu-se do ocorrido.
5) Índice de
indeterminação do sujeito (PIS)
Para identificar tal classificação, basta
substituirmos o “se” por alguém, ninguém ou qualquer um. Relaciona-se a verbos
intransitivos, transitivos indiretos ou de ligação, uma vez conjugados na 3ª
pessoa do singular.
Exemplos:
Precisa-se de funcionários qualificados. (Alguém
precisa de funcionários qualificados.)
Aqui se come muito. (é o mesmo que dizer que
“qualquer um come muito aqui”. Comer é verbo intransitivo)
Aqui se é feliz. (é o mesmo que dizer: aqui
qualquer um é feliz)
6) Partícula
de realce ou expletiva
Assim como retrata a própria nomenclatura
(realce), tal classificação permite que o pronome seja retirado da oração sem
para que isso haja alteração de sentido. Neste caso, liga-se a verbos
intransitivos, indicando uma ação proferida pelo sujeito.
Exemplos:
Toda plateia riu-se diante das travessuras do palhaço trapalhão.
Notamos que o discurso seria perfeitamente
compreensível caso retirássemos o “se”.
O SE como CONJUNÇÃO
Quando assim classificado, se caracteriza
apenas como subordinativas, assumindo as devidas posições:
7) Conjunção
subordinativa condicional
É uma hipótese e o verbo virá no subjuntivo.
Estabelece um sentido de condição, podendo equivaler-se a “caso não”.
Exemplos:
Se tivéssemos saído mais cedo, poderíamos
aproveitar mais o passeio.
(Oração subordinada adverbial condicional)
Se você não quiser, chamaremos outro em seu
lugar.
Se ele chegar cedo, ótimo.
Se eu soubesse que era tão fácil teria começado
antes.
8) Conjunção
subordinativa causal
Aqui o SE dá da ideia de “é fato”, no sentido
de relacionar-se a “já que”, “uma vez que”.
Exemplos:
Se não tinha competência para o cargo, não
poderia ter aceitado a proposta.
(Oração subordinada adverbial causal)
Se já estamos aqui, vamos iniciar a aula.
9) Conjunção
subordinativa integrante
O SE pode ser substituído por “isto” na
frase.
Introduz uma oração subordinada substantiva.
Exemplos:
Analisamos se as propostas eram convenientes.
(é como se dissesse: “Analisamos se isto era conveniente – trata-se de uma: Oração
subordinada substantiva objetiva direta)
Fale-me se estou certa ou errada. (Fale-me
isto: estou certa ou errada?)
Um dia me perguntaram se eu voltaria. (Um dia
me perguntaram isto)
10)
conjunção subordinativa concessiva
Neste caso, o SE pode ser substituído por
“embora”. É uma exceção à consequência natural da ação. Dá a ideia de oposição
e contrariedade.
Exemplos:
Se perdermos esse jogo, nem por isso sairemos
daqui desanimados.
Se eles eram felizes, não demonstraram
prazer.
O SE como
SUBSTANTIVO
11) Substantivado
Essa classificação aparece pouco nas
gramáticas, mas é possível assim como a maioria das palavras de qualquer classe
gramatical, quando recebe um artigo na frente, torna-se substantivada. Neste
caso, aparece antecedido de um determinante (artigo, pronome etc.) ou
especifica outro substantivo.
Exemplos:
Este “se” não está classificado corretamente.
Contou o “se” que faltava.
Aquele “se” atrapalhou tudo.
Agora que
você já aprendeu sobre as 11 classificações, vamos aos igualmente 11 exercícios
que separei sobre “As funções do SE”
EXERCÍCIOS SOBRE AS FUNÇÕES DO “SE”
3º ano Colégio Águia de Pato Branco
Prof. Daiana Pasquim
Exercício 1
Assinale a
opção em que “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito:
a) Se
Tereza não for à festa, também não irei.
b) A
criança machucou-se na bicicleta.
c) Trata-se
do primeiro e último fundo no Brasil (Revista Veja)
d) Ele
impôs-se uma disciplina rigorosa.
e) “Ergueu-se,
passou a toalha no rosto” (Lygia Fagundes Teles)
Resposta: C
Exercício 2
Classifique
as funções da palavra “se” nas frases a seguir, numerando, convenientemente, os
parênteses:
1-
Partícula
apassivadora.
2-
Índice de
indeterminação do sujeito.
3-
Partícula de
realce.
4-
Partícula
integrante do verbo.
5-
Conjunção
subordinativa.
( )
“Ela quer saber se eu me sinto realizado”. (Drummond)
( )
“Acabou-se a confiança no próximo”. (Drummond)
( )
Suicidou-se, pulando no fim da tarde de um prédio de 10 andares.
( )
Precisa-se de operários.
( )
“Sentia-se o cheiro da panela no fogo, chiando de toucinho no braseiro”. (José
Lins do Rego)
A sequência correta é:
A) 4-3-5-2-1
B) 5-3-2-4-1
C) 4-5-2-1-3
D) 5-3-4-2-1
E) 5-3-2-1-4
Resposta: D
Exercício 3:
Assinale a
opção onde “se” exerce a função de índice de indeterminação do sujeito:
A) Gosta-se
muito de doces por aqui.
B) Comprou-se
um novo prédio para a loja.
C) Emprestou-se
o dinheiro ao professor.
D) Deixou-se
sentar na soleira da porta.
E) As
roupas, os varais, tudo isso se foi, levado pela correnteza.
Resposta: A
Exercício 4:
(SANTA CASA) A palavra "se" é conjunção integrante (por
introduzir oração subordinada substantiva objetiva direta) em qual das orações
seguintes?
a) Ele
se mordia de ciúmes pelo patrão.
b) A
Federação arroga-se o direito de cancelar o jogo.
c) O
aluno fez-se passar por doutor.
d)
Precisa-se de operários.
e) Não sei se o vinho está bom.
Resposta: E
Exercício 5
(FUMARC – 2011) “Se dependesse de mim, haveria até mesmo descontos para a compra de
livros e banda larga de internet”. A palavra destacada exprime a circunstância
de:
a)
Explicação
b)
Concessão
c)
Oposição
d)
Condição
e)
Reflexivo
Resposta: D
O vocábulo em destaque indica a condição para
haver descontos (depender dele). Assinala-se alternativa “D”.
Exercício 6
(FUMARC –
2011 com adaptações) Atente para o emprego da palavra SE, bastante frequente na
crônica. Indicou-se corretamente sua função, exceto em:
a)
“Outrora,
falava-se em realidade, análise da
realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade.” (=indeterminador do
sujeito)
b)
“Não adianta
ser um superexecutivo se não se
consegue se relacionar com as pessoas. (= conjunção condicional)
c)
“...mostravam-se preocupados, ansiosos e, na
lanchonete, comiam mais do que deviam.” (=pronome reflexivo)
d)
“Pode-se
fazer sexo virtual pela internet: não se
pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse.”
(=conjunção integrante)
e)
“Meus pais se amam profundamente.” (=pronome
reflexivo recíproco)
Resposta: D
Na alternativa “D”, o se é pronome
apassivador, pois aparece em relação direta com um verbo transitivo direto (no
contexto frasal fornecido, pega-se algo).
Exercício 7
(FUMARC –
2011) Assinale a alternativa que fez a correspondência ADEQUADA entre o termo
destacado e a sua respectiva função:
a)
Não têm
dificuldade de se integrar. (partícula integrante do verbo)
b)
Exibem-se
vídeos de anúncios e programas (pronome reflexivo)
c)
E são só
admitidos se, além da competência, comungam os princípios. (conjunção
coordenativa)
d)
Trata-se
de unir teoria e prática. (partícula de realce ou expletiva)
e)
A garota
penteou-se no espelho (pronome pessoal recíproco)
Resposta: A
Nas demais alternativas, temos: b) pronome
apassivador; c) conjunção subordinativa condicional; d) índice de indeterminação
do sujeito; e) pronome pessoal reflexivo).
Exercício 8
(UFPR) –
Qual é a função do SE em “Não sei se ela vem”?
a)
conjunção subordinativa condicional.
b) conjunção subordinativa integrante.
c) partícula expletiva (de realce).
d) pronome pessoal.
e) conjunção subordinativa concessiva.
Resposta: B
A
partícula SE será conjunção subordinativa integrante quando iniciar uma oração
que completa o sentido de outra.
Exercício 9
(FAAP – SP)
– Assinale a frase na qual o SE não é pronome apassivador e nem índice de
indeterminação do sujeito:
a) Estudou-se este assunto.
b) Ela se suicidou ontem.
c) Falou-se muito sobre aquela festa.
d) Aos inimigos não se estima.
e) Fizeram-se reformas na casa.
Resposta: B
A
partícula SE na oração do item B é um pronome reflexivo.
Exercício 10
Analise o
código em referência, atribuindo-o corretamente, tendo em vista as orações
propostas:
A – Conjunção subordinativa integrante
B – Conjunção subordinativa condicional
C – Partícula apassivadora
D – Pronome reflexivo
E – Partícula integrante do verbo
( ) A
maioria dos alunos se queixaram do professor.
( )
Irei à festa, se você resolver acompanhar-me.
( )
Jamais soube se isto era mesmo verdade.
( )
Alugam-se apartamentos para temporada.
( )
Ela se atrapalhou durante a explicação.
Respostas:
E; B; A; C; D.
Exercício 11
- Dissertativa
Eis alguns
fragmentos poéticos pertencentes a Manuel Bandeira. Analise-os tendo em vista a
posição ocupada pelo pronome oblíquo “se”:
"Aqui dança-se, canta-se, fala-se
E bebe-se incessantemente" (...)
Resposta: Trata-se de um caso relacionado ao índice de indeterminação do sujeito.
REFERÊNCIAS
As funções
do SE. Obtido em http://www.portugues.com.br/gramatica/as-funcoes-se-.html acessado em
27 de agosto de 2013, às 22h12
Exercícios sobre as funções do SE. Obtido em http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/josebferraz/exercicios005.asp acessado
em 10 de setembro de 2013, às 16h55.
______ http://manoelneves.com/2011/11/06/exercicios-sobre-funcoes-do-se/#.UjBqh8ZwqSo acessado
em 10 de setembro de 2013, às 17h15.
_______ http://exercicios.brasilescola.com/gramatica/exercicios-sobre-as-funcoes-que-se.htm#questao-2491 acessado
em 10 de setembro às 16h32
________ http://www.infoescola.com/portugues/se-particula-apassivadora-ou-indice-de-indeterminacao-do-sujeito/exercicios/ acessado
em 11 de setembro às 10h18
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