domingo, 28 de setembro de 2014

Professores do Curso Positivo temperam semana de preparação ao Enem do Grupo Mater Dei

Concentração para o momento que considerei um dos pontos altos: Dotado de voz marcante, o professor Cordeiro reproduziu Asa Branca e a 9ª Sinfonia de Beethoven tocando em copos e trouxe paródias de melodias brasileiras


Com dolmãs brancos de cozinheiros e violão à tiracolo, eles temperaram o palco com as propriedades da água, o sequestro de carbono, a chuva ácida, o conversor catalítico, as ondas e micro-ondas, os tubos sonoros e tantas outras porções que vão se colhendo sem escolha na vida escolar. Por isso, a missão deles é provar que Física e Química estão bem misturadas no cotidiano e enxergá-las, aguça o paladar para escolher sim, estudar. Ambos com 32 anos de experiência em sala de aula, os professores João Pedro Alvarez Mateos (farmacêutico e bioquímico pela USP) e Luís Fernando Cordeiro (Física pela UEM e Mestre em Educação pela UFPR) já dão show de aula no Curso Positivo durante o ano todo e estiveram, na noite desta sexta-feira (26), realizando o fechamento de "Uma proposta de Preparação ao Enem - A um passo do Ensino Superior" do Grupo Mater Dei, iniciada dia 22, no auditório da Faculdade, com professores do Colégio Mater Dei. 
Recebendo o respaldo do Núcleo Regional de Educação de Pato Branco (NRE), o Teatro Municipal Naura Rigon ficou lotado de alunos do terceiro ano das escolas públicas de Pato Branco, Coronel Vivida e São Lourenço do Oeste (SC), que prestigiaram o projeto "Saberes à mesa - uma receita de aprovação”. “Assim, já viajamos quase todos os Estados brasileiros. Fizemos em 2009 uma apresentação no Ibirapuera para 4 mil alunos. Em 2014, este está sendo nosso único evento, em função do adiantamento da prova da UFPR de 17 para 3 de novembro, entre outros concursos que nos exigiram ficar mais em sala de aula”, contaram Cordeiro e Mateos. Eles vêm os alunos do interior com mais vontade de aprender que os da Capital, onde em contrapartida, o aluno aprende mais cedo que a concorrência é grande.

Boa aprovação em universidades
O segredo é estudar sempre, enfatiza o professor Mateos, já que essas provas não cobram um ou dois meses de estudo, mas uma vida escolar inteira. "Os alunos muito novinhos lá com 14 anos, no primeiro ano do Médio, não têm essa maturidade de que tem que estudar. Como que você vai chegar para um menino de 15 anos e dizer: você tem que estudar para ser um grande homem na vida! Os interesses dele, naquele momento, são outros. E as coisas acontecem muito cedo, pois com 17 já vai enfrentar uma maratona dessas. Muitos dizem: quando eu chegar no terceirão ou no cursinho, eu estudo. Mas nem sempre um ano só resolve a vida para entrar numa boa instituição".
Para o professor Mateos, cada vestibular tem uma especificidade e enxerga que no Enem, os conteúdos abordados são de menos importância na história, pois lá o foco são as habilidades e competências. "Numa universidade federal, por exemplo, a primeira fase é muito bem dividida entre todos os conteúdos, mas a segunda é uma prova específica de Química para quem vai fazer Medicina, por exemplo. Essa prova é muito pesada com conteúdos de físico-química que é o que ele mais vai precisar dentro da universidade. Se a gente pensar na Fuvest da USP, é um exame que cai de tudo, não tem um conteúdo a mais. Mas quando você pensa nos outros exames que são gerais, como as primeiras fases e o Enem, os exames normalmente costumam ter uma divisão equitativa da matéria”, apontou.
Dotado de voz marcante, o professor Cordeiro reproduziu Asa Branca e a 9ª Sinfonia de Beethoven tocando em copos e trouxe paródias de melodias brasileiras. “É um projeto simpático. A gente tenta transmitir os conhecimentos de Física e de Química de uma forma um pouco mais amena, com pequenas experiências e a participação do aluno de uma forma que é possível ver que ciência não é uma coisa chata que pertença só ao mundo dos livros ou dos vestibulares, mas está ligada ao nosso cotidiano. Tem física na cozinha, na sala, na rua, em qualquer lugar tem física e tem química”. Cordeiro provoca: por que as ondas do forno de micro-ondas cozinham o alimento que está lá dentro, mas não cozinham as pessoas ao redor do micro-ondas? "Esse é um momento da aula em que damos uma explicação física e ele vê que em casa tem uma porção de conceitos de física naquele aparelho que muitas vezes a gente olha apenas como um instrumento para aquecer alimento, no entanto ali tem muita física e uma história por trás".
A Física em geral é o bicho-papão dos vestibulares, detendo as menores médias. "Ela é uma pedra no sapato do aluno que não se dedicou muito ou que não aprecia essa área por alguma razão. Mas tudo aquilo que o aluno souber, contribui para a sua aprovação e quanto mais estudar, não só Física e Química, mas todas as matérias, as chances dele aumentam. Em especial, o aluno tem que despertar o interesse pelo estudo e isso pode ocorrer a partir do momento que olhar para o cotidiano e perceber que aquilo que ele estuda na escola não está desvinculado da vida. Talvez você nunca use, mas certamente tudo que você estuda na escola está na sua vida”, garantiu Cordeiro.
Que o digam os alunos chamados ao palco para participar das experiências: Luís Fernando da Silva da Escola Cristo Rei; Naiara Guerra, Lucas Caldart, Guilherme Louzano, Erick Lima Southier e Marlon Guimarães do Colégio Mater Dei e o casal Alisson Oliveira e Helena Daneluz, da Sóror Angélica (Slo).

Relevância social
Por seu alcance e benefício social, o projeto do Grupo Mater Dei recebe total apoio do NRE e a coordenadora Ana Seres Trento Comin, acompanhou a aula entusiasmada. "Essa parceria já estava estabelecida com o Núcleo antes mesmo de eu assumir em 2011 e, durante esses quatro anos, de forma consecutiva realizamos. Sou muito grata a essa parceria com Mater Dei, ela foi precursora das outras parcerias que estabelecemos com outras instituições. Nossos alunos, diretores e professores têm elogiado muito essa participação. Só posso dizer que precisamos e queremos continuar”, salientou. Após a iniciativa pioneira Mater Dei, ela comenta que no ano passado outras instituições de ensino superior procuraram o NRE e menciona que "a própria secretaria de Estado tem uma proposta de forma on line e com educação à distância, mas aqui em Pato Branco nossos alunos preferem esse trabalho com a Faculdade Mater Dei. A cada ano o projeto se supera mais e nós percebemos não só a aceitação, mas também o resultado final”, ponderou. 
A diretora do Grupo Mater Dei, Ivone Maria Pretto Guerra afirma ser o quinto ano buscando diferenciais. "Sempre houve essa inovação e isto de fato aconteceu neste ano trazendo o Grupo Positivo. Vemos esse crescimento e com apoio imparcial de todos os diretores, de todas as escolas e colégios, principalmente a participação e a motivação dos alunos é uma coisa impressionante”, comemorou.
O que fica é, de fato, um passo ao ensino superior, com a própria instituição avançando junto com a comunidade. "A história do Mater Dei se confunde muito com todas as atividades que a gente tem feito. Desde o início, os primeiros cursos são aqueles pedidos e exigidos pela comunidade. A gente sente esse apoio imenso e penso que o maior legado que estamos deixando é devolver à comunidade e região todo esse apoio de todos esses anos, não só dos 15 da faculdade como os do colégio também, de uma maneira que compense aquilo que a gente tem recebido”, concluiu Ivone Guerra.

Texto: Daiana Pasquim (DRT/PR 5613)/ AC Grupo Mater Dei
Fotos: Lucas Piaceski
Assessoria de Comunicação
Agência PQPK


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

DIARINHO (ED 155 - setembro de 2014): Os números são personagens


Dos 12 meses do ano, "noves" fora, pois setembro chegou. Esta edição “conta” a vida. Foi assim que aprendemos sobre Leitura da Linguagem Matemática, com o professor, mestre e doutorando em Ciência Matemática, André Pereira Pedroso. Devemos ensinar as crianças a “ler a conta” e não olhar apenas para a operação: “além de ser uma conta, são infinitas histórias da vida humana, felizes ou tristes. Na matemática, não é importante só resolver a conta, mas entender em que situação este raciocínio se relaciona”, ensinou. Aproveite as fases, pois mais um personagem está chegando: o Terceiro Bimestre!


Editorial
Vamos calcular e contar a vida

Entramos em setembro! O mês da Semana da Pátria, da Semana Nacional do Trânsito, do início da estação da Primavera, talvez do seu aniversário. Viramos as folhas do calendário, contamos nove meses no ano e a aproximação do terceiro bimestre na escola. Viu como tudo em nossa vida é contar? São muitas histórias que tecemos tendo os números como personagens. 
Aprendemos isso após a incrível abordagem em Matemática que tivemos no último encontro do Diarinho. Contamos tudo para vocês na página 3, dando detalhes da palestra do professor, mestre em Ensino da Ciência Matemática pela UFSC e doutorando em Ciência Matemática pela Unicamp, André Pereira Pedroso. A forma como ele abordou a matemática tudo se descomplicou, pois os editores entenderam que uma conta são infinitas histórias da vida humana. Essas histórias podem ser felizes ou tristes e fazem com que a gente aprenda a raciocinar. Os números estão à nossa volta para tudo que vivemos. Desde os primórdios, essa evolução foi acontecendo de forma natural, primeiro usando pedras para contar as cabeças de animais, e só depois evoluindo para algarismos que representassem quantidades, como os números indo-arábicos que conhecemos e usamos para tudo. É essa matemática da ideia de linguagem como forma de falar e se comunicar que permaneceu após a palestra de agosto.
Note como a vida é repleta de curiosidades! Temos 12 meses no ano, 30 dias no mês, dez dedos nas mãos e mais dez nos pés. Essas unidades ajudam muito a fazer contas, mas aprendemos com o professor André Pedroso que o sistema de numeração base dez (10) não é o único possível. Os Maias contavam com os dedos das mãos e dos pés, por isto tinham base 20, e os esquimós, usam a base 5 porque uma das mãos está sempre sendo aquecida dentro das roupas de pele necessárias no Círculo Polar Ártico, enquanto se usa a outra.
Um pouco sobre patriotismo e a história do Brasil, que tem eleições no próximo mês, está na página 5, inclusive as crianças lembraram do Dia do Soldado, no final de agosto. E tem página de Trânsito com dicas espertas para você ir se formando um bom motorista desde já, na contracapa desta edição. Boa leitura!











Edição de textos: Daiana Pasquim
Edição de Arte: Lucas Piaceski
Agência PQPK

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CRÔNICA - Independência mudou forma de governar, sem alterar as pessoas que comandavam

Setembro se aproxima, mês que mexe muito comigo por ter nascido justamente dia 7, aquele, da proclamação da "Independência". Em menos de 50 dias vamos às urnas. Pesquisei, revirei e escrevi esta crônica hoje (27), para publicar no jornal infantil Diarinho, do Instituto Carlos Almeida, que produzimos ao projeto Diarinho Cultural do Sudoeste do Paraná

Assista ao vídeo que menciono no texto aqui https://www.youtube.com/watch?v=ZzqoGXDphIE

Neste outubro, os brasileiros maiores de 16 anos devem votar para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Como república, o Brasil vive um regime presidencialista, com seus governantes escolhidos por eleições diretas, em voto secreto. É a hora de mudar, oportunidade dada aos eleitores a cada quatro anos.
Assim sendo, o Brasil é um dos países com maior democracia (demo=povo + cracia=poder) o que acarreta, por sua vez, um toque de burocracia (excesso de regras) para que as coisas possam acontecer. Historicamente, quem “mandou” no Brasil ou em qualquer país, foi sempre aquele que detivesse maior poder. Hoje, esse reconhecimento vem em forma de popularidade e para ficar bem conhecido normalmente os políticos investem cifras em publicidade. Foi em momentos com muito dinheiro em jogo que surgiram histórias de corrupção como o “Mensalão” e outros escândalos envolvendo os que detinham maior poder. 
Atentos a força da participação popular no país, os brasileiros foram às ruas em 2013 para o movimento “O Gigante Acordou”. Composto em grande maioria por estudantes, universitários e profissionais nas mais diversas áreas, famílias inteiras foram às ruas de Pato Branco em 22 de junho de 2013, aderindo ao movimento nacional. Gritos ideológicos impulsionaram todo o caminho por quase duas horas. Pautados na educação e crítica à política, o Hino Nacional abriu e fechou os passos como fogos de artifício. Vale rememorar, assista ao vídeo que criamos digitando no Youtube: “O Gigante acordou em Pato Branco”. Isto marcou o presente destas gerações.
No passado, um dos principais eventos da história brasileira foi a Independência do Brasil. Realizada pelo príncipe regente D. Pedro I em 7 de setembro de 1822, o fato marcou o fim do domínio da coroa portuguesa sobre o território colonial brasileiro. "D. Pedro I foi retratado como um herói nacional, seja em pinturas ou nos livros de história durante muitos anos. Entretanto, o que realmente houve foi uma mudança na forma de governar, sem alterar as pessoas que comandavam o governo. Com a Independência do Brasil, os grupos dominantes passaram a ter liberdade para ditar os rumos que o país deveria tomar”, lembrou o graduado em História, Tales Pinto/Escola Kids.
Com essa medida, o Brasil tornou-se uma Monarquia independente de Portugal, e o príncipe regente passou a ser o imperador D. Pedro I. Como se encontrava em viagem, a declaração de independência ocorreu às margens do rio Ipiranga, na província de São Paulo. Existem muitos mitos em torno desse fato. Um deles era o de que D. Pedro I queria melhorar a vida do povo brasileiro com a independência. Seu objetivo era manter a união do território, agradando aos interesses dos grupos que dominavam a colônia. Um indício disso é que não houve sequer menção à abolição da escravidão, o que beneficiaria o principal grupo social que habitava o país, os africanos escravizados. 
É bom lembrar que a abolição da escravidão aconteceu só em 1888, 66 anos depois da proclamação da Independência e isto é o tempo de vida dos nossos avós, ou seja, muito tempo. 
Diferente do momento da independência de 1822, quando mudou a forma de governar e não quem comandava (já que Dom Pedro I. transformou-se em imperador), com as eleições de outubro/2014 o povo, se quiser, poderá mudar quem governa (ou reeleger os atuais), mas a forma de governar continuará a mesma. Ou seja, agora a situação se inverte.

É preciso ler, buscar sempre conhecimentos e se inteirar dos fatos, para tomar as atitudes mais corretas na vida, seja no âmbito pessoal ou para decidir momentos ao próprio país. Chegou a hora de os brasileiros mais uma vez ocuparem o microfone para ecoar a sua voz.

EXTRAS:
Curiosidades sobre o Audiovisual "O Gigante Acordou em Pato Branco"
- Estima-se que próximo a 3 mil pessoas tenham participado da caminhada em 22 de junho de 2013.
- Todas as imagens são originais e foram feitas por Lucas Piaceski e eu, durante o percurso da caminhada.
- Lucas captou imagens em vídeo e eu em foto. Veja o álbum completo aqui em meu perfil https://www.facebook.com/daipasquim/media_set?set=a.476408399113721.1073741826.100002336942688&type=3
- A trilha sonora foi composta pelo próprio Lucas, que é músico/banda Christoferson.
- Produzimos o vídeo tão logo chegamos em casa no fim da tarde daquele sábado, ele gravou a trilha e upamos no canal naquela mesma noite.
- A descrição do vídeo nasceu em minha mente ainda durante a caminhada.
- Entrevistar o Márcio dos Panfletos também aconteceu naturalmente e acredito ter dado um toque especial na abertura do audiovisual.
- Nunca foi tão "arrepiante"cantar o Hino Nacional.
- Neste dia, amamos muito ser brasileiros!

Pato Branco, 27 de agosto de 2014
daipasquim@gmail.com 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Textos premiados: 15 contos e poesias recebem reconhecimento (DIARINHO ED 154 - Agosto 2014)

Momento histórico

No ano de 2014, a Academia de Letras e Artes de Pato Branco (Alap) realizou uma Mostra de Contos e Poesias 60 Anos da Rádio Celinauta por meio do projeto Diarinho Cultural do Sudoeste do Paraná: participaram crianças de 40 escolas, de cinco municípios que frequentam o projeto. Após muita pesquisa em papeis e realizadas inclusive em tablet, recurso tecnológico desta época, as crianças viram que valorizar o ser humano é sempre o caminho, pois os premiados trouxeram histórias contadas por pessoas mais velhas, o que prova que é o próprio homem que inventa tecnologias para aperfeiçoar a nossa vida. 

Nesta edição, você vai ler
Invenção do papel foi incrível e chineses os esconderam por 500 anos
Abrace seu pai todos os dias e lembre-se do segundo domingo de agosto
Crianças fazem trabalhos maneiros para rememorar tradições folclóricas




Editorial

Dedos deslizam por APPs e certificados


Nosso título remete ao tablet e seus aplicativos (APPs) que ganhou destaque na página 3 e aos textos premiados pela Academia de Letras e Artes de Pato Branco (Alap). Especial, esta edição reservou quatro páginas inteiras para a revelação dos textos vencedores da Mostra de Contos e Poesias 60 Anos da Rádio Celinauta. Nas páginas centrais (4 e 5) estão publicados os seis contos, seis poesias e três textos classificados como “especiais”, todos certificados pela Alap, sem esquecer de homenagear as professoras e os alunos autores dos melhores trabalhos, cujas fotos você confere nas páginas 6 e 7.
Após lermos os 15 textos selecionados podemos perceber que as mensagens mais fortes, além de muito bem reproduzida a história do início da rádio na região e do “batismo” de nome Colmeia para Celinauta, marcam as seguintes ideias: para dar informação, o empenho é constante; o rádio é companhia em todos os momentos; minha família ouve e os vizinhos também; e paz e bem. Nos textos, nota-se o legado que a própria Rádio Celinauta vem construindo em seis décadas no ar, 24 horas por dia.
Percebemos que o encontro do dia 24 de julho, quando distribuiu-se certificados, deu novamente muita atenção aos meios de comunicação e à produção intelectual, pois além de revelar quais foram as melhores pesquisas e produções textuais do concurso, também realizamos a palestra sobre tecnologia da professora Silvana Tomazi, que é chefe do Apoio Pedagógico a Divisão de Mídias Educacionais na Secretaria de Educação de Pato Branco. Com atenção especial aos tablets, que vem sendo bastante usados em sala de aula nas escolas de Pato Branco e região, ela fez um resgate desde a invenção da imprensa de Gutemberg até o  uso touchscreen
E não poderíamos esquecer que agosto é o mês dos Pais, da imaginação e das lendas, já que em 22 comemora-se o Dia do Folclore. Nosso “Feliz Dia dos Pais” está na contra. Mas nesta página, aqui ao lado, colocamos um pouquinho da dedicação da professora Fátima Piovesan com seus alunos do 5º ano da Escola Municipal São Luís de Pato Branco, que enviou à redação do Diarinho uma pesquisa bem completa sobre Folclore. Que o mês seja inspirador para as escolas estimularem ainda mais suas crianças a lerem Monteiro Lobato - que fez obras que ajudaram a propagar lendas e mitos do Brasil-, além de pesquisarem estudiosos consagrados das tradições folclóricas como Luís da Câmara Cascudo, Jerusa Pires Ferreira e Veríssimo de Melo. Depois disso, vamos produzir textos, desenhar e pintar de colorido este mês. 



 página 2

FOLCLORE


Palavra que significa conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções. É tudo que simboliza os hábitos de um povo que foram conservados através do tempo. Desde 1965, no Brasil, temos o 22 de agosto como Dia do Folclore. O resgate muito caprichado foi feito pelos alunos do 5º ano da professora Fátima Piovesan, na Escola Municipal São Luis. Confira a curupira do Lucas Eduardo, o lobo da Nalanda Cristina Hofman e a Gralha Azul da Elaine Maiara Mota Mallmann. Belos trabalhos podem ser gerados este mês!

Página 3

Tecnologia: da ponta dos dedos para aperfeiçoar você

Faz 575 anos que a imprensa foi inventada. Na época uma máquina ainda bem limitada se comparada às opções de digitalização existentes hoje, mas um grande feito para a humanidade na época. Quando o assunto é tecnologia esta é sempre uma máxima: o que é incrível hoje ficará “no chinelo” amanhã. Para aprendermos a valorizar a herança cultural que cada evolução nos traz um caminho é compreender a própria origem grega da palavra “Tecnologia”, onde tekhne significa "técnica, arte, ofício" juntamente com o sufixo logia que significa “estudo”. Foi refletindo sobre o papel e a caneta que seguravam em mãos que a  professora Silvana Tomazi começou sua conversa sobre tecnologia com os editores mirins do Diarinho, no encontro do dia 24 de julho, no auditório do Sesc Pato Branco. Silvana é formada em três graduações: Ciências Econômicas, Pedagogia e Matemática e pós-graduada em Psicopedagogia, Educação Matemática e Mídias na Educação e é chefe do Apoio Pedagógico a Divisão de Mídias Educacionais na Secretaria de Educação de Pato Branco e teve o apoio do colega de trabalho Clodoaldo Bahls Filho, da Divisão de Tecnologias.
Com atenção especial aos tablets, que vem sendo bastante usados em sala de aula nas escolas de Pato Branco e região, Silvana fez um resgate desde a invenção da imprensa de Gutemberg que citamos no começo deste texto até o  uso touchscreen. Ela trouxe as fases: da pena à caneta; do papiro ao livro; a evolução do retroprojetor; do mimeógrafo à máquina de escrever; a televisão: do vídeo ao DVD; máquina fotográfica: da analógica à digital; o som; e a evolução do computador desde os tataravôs, bisavôs, avôs, pais e atualmente.
Para dar corpo ao alcance da tecnologia no município, ela contou que foram fornecidos 250 notebooks aos professores regentes e concursados em sala de aula. E também que as escolas contam com um laboratório Proinfo com 18 computadores em cada. Todos os alunos do 5º ano receberam tablet para aprender ainda mais, sendo que em 2015, o plano é fornecer também a todos os alunos do 4º ano. 
O tablet fornecido pelo município de Pato Branco tem 16GB de memória e foi carregado com aplicativos (APPs) que procuram auxiliar nas diversas disciplinas, como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia. São APPs para o sistema operacional Android, como produtores de textos e slides, pintura digital, corpo humano em 3D (sistema circulatório e digestório), aplicativo sobre estrelas e o sistema solar, além da pasta completa sobre a história do município, contendo fotos antigas e atuais.
Entre os trabalhos desenvolvidos com o tablet, há por exemplo entrevistas entre alunos, familiares e pessoas do bairro, a criação da árvore genealógica no aplicativo “Pintura Digital”, pesquisa sobre “Lugar onde vivo” com levantamento sobre a história do bairro e de onde nasceu.
A grande mensagem deixada pela professora Silvana Tomazi é que a tecnologia supre as nossas necessidades, mas não é tudo. “Temos que valorizar o ser humano”, enfatizou. Afinal, tudo que foi inventado até agora, partiu da inteligência de quem mesmo? Pense nisso!

Invenções tecnológicas para a evolução da humanidade
1439 - Imprensa pelo alemão Johannes Gutemberg
1707 - Relógio de Pulso pelo inglês John Floyer
1876 - Telefone por Alexander Graham Bell
1879 - Lâmpada, por Thomas Edison
1901 - É inventado o rádio
1946 - É criado o primeiro computador


Pergunta de editor

Como foi feito o papel?

Questão enviada por Edinei Ruan Bernardo

O papel é um dos recursos tecnológicos mais úteis já utilizados pelo homem. Foi ainda em 105 a.C que os chineses descobriram uma forma de fabricar papel com fibras vegetais e na época já viram o quanto era importante, pois guardaram o segredo só para si por 500 anos, até ser descoberto pelos japoneses. A invenção do papel é atribuída a um oficial do tribunal chinês, Cao Lun. A primeira fábrica de papel foi instituída em Tsai Lun, China, no mesmo ano. Os japoneses conheceram-no no século VII, e já em 770 produziram a primeira publicação - uma oração budista impressa em bloco batido - técnica do carimbo, do qual editaram cerca de 1.000.000 de exemplares. A tecnologia para a fabricação do papel chinês, manual e em pequenas folhas, foi conhecida pelos europeus depois que os árabes venceram os chineses em Samarcanda, 751 da nossa era. Os árabes, que ali aprenderam a confecção do papel começaram a fabricá-lo e a usá-lo intensivamente, ainda nesse estado de fabricação primitivo. Levaram os segredos da fabricação para a Espanha, quando mouros invadiram a península Ibérica no século IX. Depois que os mouros perderam o domínio territorial na Catalunha, Espanha, o segredo de fabricação disseminou-se pela Europa. A introdução do papel na administração pública árabe iniciou-se sob o reinado do califa Arun Al Rashid - o das Mil e uma Noites - para evitar falsificações de documentos, porque o pergaminho era mais fácil de ser fabricado que o papel.
O papel começou a ser fabricado fora da jurisdição árabe, japonesa e chinesa, na Itália, em Fabriano, em 1276. O papel começou a substituir paulatinamente o pergaminho. Na França, a fabricação iniciou-se em 1348, na Alemanha em 1390 e na Inglaterra, em 1494. Um bom trabalhador não podia fazer mais de 750 folhas por dia. Isso explica o alto valor de todas as peças literárias da época e seu pouco uso. O processo de fabricação continuou artesanal e moroso até ao séc. XVIII.
A fabricação do papel em rolos contínuos, já numa escala industrial, iniciou a revolução cultural do Ocidente que revolucionou o mundo e ainda o estamos vivenciando. A invenção dos tablóides na Inglaterra e nos Estados Unidos se deveu à maior facilidade de produzir papel por volta de 1860, não mais em folhas, mas em rolos enormes. Só a partir da industrialização do processo de fabricação de papel é que surgiram livros, jornais e revistas, num processo cada vez mais democratizado em que se difundiu desde então, a cultura generalizada, a ciência, a fé, o terror e a publicidade impressa.
(Com informações de autoria do prof. Dr. Octávio Eduardo Mourão de Freitas)



Páginas 6 e 7

Reconhecimento

Certificados os autores dos 15 textos premiados e suas professoras


A Academia de Letras e Artes de Pato Branco concedeu um certificado a cada criança autora dos textos selecionados e à sua professora. Ao todo, participaram crianças de 40 escolas, de cinco municípios participantes do projeto Diarinho Cultural do Sudoeste do Paraná.  Além dos editores mirjns, estavam presentes no auditório do Sesc Pato Branco diversos educadores, pais de alunos e convidados. A coordenadora pedagógica do Diarinho, professora Bernardete Penachi, avisou os alunos em destaque para se fazerem presentes e receberem a honraria, entregue pelas mãos da presidente da Alap, professora Neri França Fornari Bocchese, a escritora e diretora do Departamento de Cultura, Eliane Gauze, igualmente acadêmica da Alap; a secretária municipal de Educação de Pato Branco Heloí de Carli e demais diretoras das escolas participantes. A revelação foi conduzida pela jornalista Daiana Pasquim, com registros fotográficos de Lucas Piaceski. Confira, nos sorrisos, o reconhecimento pela vitória.





Produção de Texto: Daiana Pasquim
Produção de Arte: Lucas Piaceski
Agência PQPK


segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Pintou a Esperança" - DIARINHO ED 153 (julho de 2014)

Editorial

Edição verde para os cinco sentidos

O verde foi a cor do mês de junho. Denominada a "cor da esperança" veio com os votos de o Brasil não só ser o anfitrião, mas vencer esta Copa do Mundo, iniciada dia 12 e de aumentar a preservação ao meio ambiente, marcada pelo Dia Mundial no dia 5. Dois assuntos bastante tratados na última e também nesta edição, já que foi igualmente no dia 5 que aconteceu nosso encontro com os 86 editores mirins das 43 escolas. Com tantos significados, o Diarinho de julho não poderia enaltecer outra cor, além daquela que dá todo o significado de diversidade natural e das matas, na Bandeira do Brasil, homenageando a nossa Amazônia e demais florestas.
Nesta mesma página temos um inteligente texto em forma de acróstico que demonstra um pouco do amor que sentimos vindo de cada criança, para a natureza. Por isto, a página 5 está novamente voltada à ecologia. No “Aconteceu na Escola”, predomina o verde voltado ao patriotismo, com uma amostra dos inúmeros trabalhos motivados pelas educadoras que se esforçaram para fazer os alunos amarem o Brasil. O ápice do coração verde-amarelo está na página 6, no Mural “Sinal Verde”. 
E daí você senta com a família e os amigos para assistir ao jogo do Brasil e parece que só fica totalmente inspirado quando tiver uma “pipoquinha” em mãos. Este alimento mereceu uma pesquisa sobre sua história, assim como a do chocolate quente, que vai muito bem neste inverno que oficialmente chegou e nas origens do Xadrez, que contamos em nossas páginas também. Queremos levar muitos novos conhecimentos a você durante a leitura deste jornal, já que estará em férias escolares. 
Veja que este momento em que vivemos aguça os cinco sentidos. Tem a pipoca e o chocolate motivando o olfato e o paladar, os jogos de futebol das seleções mundiais e o xadrez pedindo atenção à sua visão, tem o tato proporcionado pelos livros 3D realizados por Clevelândia na contra capa. E a audição? Que seja da chuva que cai neste inverno, do som das folhas balançando e dos gritos de Goooool, que possam ser muitos! 












Edição de Textos: Daiana Pasquim
Edição de Arte: Lucas Piaceski
Christoferson Agência Audiovisual

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Vivemos o Cinema

Com seu tratamento de cores, enredos apurados, efeitos especiais, takes que privilegiam a interpretação, a sétima arte é um assunto maravilhoso e praticamente inesgotável. Fico realizada em dar cobertura a assuntos que envolvam cultura, em especial se for na área audiovisual, que é uma de nossas paixões, além de ser o nosso ganha-pão. Digamos que é o tempero com perfeita harmonização.

Mater Cine completa primeiro módulo com “A onda” e profundas discussões 

Atenção cinéfilos, após as férias de meio ano tem o Módulo II, que já está sendo preparado

Qual é o poder de uma sociedade? O que caracteriza uma comunidade? Foi neste contexto que o Mater Cine encerrou o Módulo I, ao exibir “A onda" (2008, com direção de Dennis Gansel), no sábado de 31 de maio. Para o coidealizador do projeto, professor Cléber Rigailo, a obra trouxe uma condição espetacular ao unir como propostas de discussões o que necessariamente faz uma comunidade e aquela relação clássica entre a liberdade e a segurança que, em sua visão, é exatamente aquilo que as pessoas buscam. "Ou você tem liberdade, ou tem segurança. Não dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo. Às vezes você tem que abrir mão da sua liberdade para viver em comunidade e em segurança”, problematizou.
Rigailo aponta que o filme em si incita questões extremamente atuais, apesar de ter sido inspirado numa experiência de 1967 que inspirou dois longas, documentários e várias repercussões. Para ele, no final das contas, existe sempre um debate implícito. "O debate proposto por “A onda” é influência de poder dentro da sociedade que vivemos hoje e a falta de pessoas que conseguem visualizar este poder e necessariamente questioná-lo. Além dessa questão, aborda de forma muito interessante como é fácil manipular as pessoas através de quem tem um pouco de consciência deste poder. Isto forma uma experiência dentro daquele grupo de jovens que acaba trazendo a eles um rumo. Isto que é o interessante, pois em nossa sociedade, os adolescentes, principalmente, estão sem esta perspectiva para onde ir e é muito fácil eles serem cotados com essas ideias prontas e se vendem muito facilmente”, discorre. 
O professor e cinéfilo aponta que este contexto culmina em uma reação em cadeia: "à medida que essas pessoas começam a se sentir dentro de uma comunidade os abusos começam. Aquele que detém o controle desta comunidade começa a favorecer, não só a si próprio, mas também dentro daquele contexto, a manipulação deste grupo. Neste momento, a gente começa a perceber o abuso,. Só que como o professor estava consciente em todo o momento dentro desta experiência, demonstra que quando os alunos se permitiram ao abuso, ele revela: Isto é uma experiência. Vejam até onde vocês foram”, citou, referenciado-se a um momento clímax. 

Avaliando o Mater Cine
O coordenador do curso de Direito. Valmir Chiochetta Jr, co-idealizador do Mater Cine, convidou a todos os acadêmicos presentes na última sessão para preencher um questionário de avaliação do projeto que deve balizar os próximos módulos (leia destaque). 
Ademais, Rigailo completa que dentro da expectativa inicial que eles tinham a avaliação é  positiva,  principalmente pela participação, não só em termos numéricos da população acadêmica, mas qualitativamente. "O pessoal que veio participar realmente divide esta paixão não só pelo cinema, mas por este processo de ver a sétima arte de uma forma mais crítica de observar as questões que estão além da própria imagem. É exatamente a proposta do projeto de incitar esta discussão e fazer com que isso acabe acrescentando algumas coisas em termos de reflexão na vida deles”, ressaltou o professor, acrescentando que "positivamente ainda destaco que algumas pessoas que por vezes não se manifestam em sala de aula aqui acabam se manifestando, pois vêm um assunto que trazem mais proximidade a eles do que necessariamente uma matéria ou outra que estejam cursando na faculdade. Diria que avalio positivamente pois a nossa expectativa é de continuar. O sinal que nós recebemos da comunidade acadêmica é que o projeto pode mesmo continuar”, projetou Rigailo.


Atenção para o Módulo II
O Experimento Goebbeis
O vento será Tua Herança
Entre os Muros da Escola
Clube da Luta


Daiana Pasquim (DRT/PR 5613)/AC Faculdade Mater Dei 
Fotos: Lucas Piaceski
Assessoria de Comunicação 

Christoferson Agência Audiovisual 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

"Ondas Companheiras"- DIARINHO: ED 152 (Junho de 2014)


Uma edição com muita informação sobre o rádio. Foi encartado hoje no jornal Diário do Sudoeste o Diarinho, do Instituto Carlos Almeida. Estamos em plena realização da "Mostra de Poesias e Contos do Aniversário de 60 anos da Rádio Celinauta", promovida pela Academia de Letras e Artes de Pato Branco (Alap), em parceria com o projeto Diarinho Cultural do Sudoeste do Paraná. Aproveitamos para trazer curiosidades sobre as ondas eletromagnéticas. A edição também está especialmente voltada ao meio ambiente.

Editorial
Tem ondas no ar

Ondas de frio invadiram o Sudoeste do Paraná. Ondas de consciência vêm com os ventos para rememorar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Mas também ondas eletromagnéticas trazem muitas curiosidades e nos fazem mergulhar no clima do rádio, movidos pela "onda de pesquisar" e escrever, após o lançamento do concurso 2014 do Diarinho: a "Mostra de Poesias e Contos do Aniversário dos 60 anos da Rádio Celinauta”, promovido pela Academia de Letras e Artes de Pato Branco, através do projeto, para os municípios de Pato Branco, Clevelândia, Bom Sucesso do Sul, Mariópolis, Itapejara D’Oeste e Renascença. 
Lá na página 5 nós contamos que os transistores estão em pleno funcionamento e do forno estão saindo muitos contos e poesias. Os membros da academia divulgarão os classificados como os dez melhores textos em 24 de julho e, além de ir para a TV, os escritores terão seus textos reconhecidos aqui no projeto Diarinho.
Falando em meio ambiente, recém passamos pelo Dia do Geógrafo, comemorado em 29 de maio. Os geógrafos são profissionais que estudam a Terra. Significa que sabem tudo sobre o revelo, o clima (leia matéria da página 3), a vegetação e os rios que constituem o nosso planeta. Mas não é só isso! Também estudam economia, a distribuição geográfica populacional, as divisões políticas entre os países, as diferenças culturais e muito mais. Pesquisam como as comunidades e habitantes se relacionam com o meio em que vivem. Os geógrafos exercem um papel de cuidar do nosso planeta e auxiliar no planejamento urbano, no manejo de recursos naturais, no planejamento da construção de hidrelétricas e pólos industriais, que são fundamentais para a sociedade, mas que exigem responsabilidade para que o impacto ambiental seja o menor possível!
Mensagens de amor ao planeta e de preservação à natureza florescem todo 5 de junho. Aproveite para exercitar seus conhecimentos na página de Passatempos.
O Diarinho defende que as crianças preservem o lugar onde moram. Acreditamos que conhecer as origens, como a própria história da Rádio Celinauta em nosso concurso, é uma forma de preservação: de memória, de costumes, de propagação de conhecimentos. O rádio é um grande companheiro, já diz a nossa chamada de capa. 
Com o rádio de um lado e a natureza segura do outro, vamos combinar que proteger o meio ambiente está "na crista da onda”. Sintonize suas antenas para o que é importante para você e o mundo em que vivemos. 










Produção: Christoferson Agência Audiovisual
Textos: Daiana Pasquim - DRT/PR 5613
Arte-finalista: Lucas Piaceski